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TODOS OS DIAS!

A Incontinência Urinária afeta 20% da população acima dos 40 anos e 90% dos casos têm tratamento!
Esclareça as suas dúvidas com o nosso médico fisiatra. Marque já a sua consulta.

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A IU é uma situação patológica que resulta da incapacidade de armazenar e controlar a saída de urina, ou seja, é qualquer perda involuntária de urina.
Como se manifesta e tipos de incontinência urinária
A Incontinência Urinária é caraterizada por perdas urinárias que se apresentam de forma muito variada, desde fugas muito ligeiras e ocasionais, a perdas mais graves e regulares.

Os principais tipos de IU são a IU de esforço, a IU de urgência e a IU mista.

– Incontinência Urinária de Esforço
Deve-se principalmente à falência dos Músculos do Pavimento Pélvico e manifesta-se através de perdas involuntárias de urina que ocorrem com o esforço, tal como tossir, espirrar, dar gargalhadas, correr, saltar ou carregar cargas. Nestes momentos, o esforço traduz-se num excesso de pressão sobre os tecidos que suportam a bexiga e a uretra, o suporte uretral torna-se insuficiente, ocorrendo então a perda/fuga de urina.

Os principais fatores de risco nestes casos são a obesidade, gravidez e partos, cirurgias pélvicas e menopausa. Nos homens acontece sobretudo após cirurgias prostáticas, por ocorrer lesão do esfíncter urinário decorrente do tumor ou da cirurgia.

– Incontinência Urinária de Urgência ou Imperiosidade
Manifesta-se por perdas de urina associadas a uma vontade forte e urgente, que não se consegue controlar, a tempo de chegar à casa de banho (exemplos: ao mexer em água, ao aproximar-se da porta de casa, casos de maior ansiedade ou stress).
Isto acontece porque a bexiga sofre uma contração súbita e involuntária, que o cérebro não consegue inibir, causando uma forte e urgente vontade de urinar. É frequentemente associado ao envelhecimento, mas também surge em idades jovens, associado a doenças neurológicas ou muitas vezes sem causas identificáveis (idiopática).

O quadro de urgência da incontinência urinária é uma situação muito limitante, condicionando o dia-a- dia de quem sofre esta patologia. Há pessoas, que se mantêm sempre atentas ao local onde há uma casa de banho e outras que, devido à aflição, traçam um roteiro dos sanitários por onde vão passar.

– Incontinência mista
Combinação da incontinência de esforço com a incontinência de urgência.

Outros tipos menos frequentes:

– Incontinência por extravasamento ou overflow
As perdas de urina acontecem quando a bexiga suporta tão grandes volumes de urina, que a sua pressão ultrapassa a resistência da uretra.

– Incontinência funcional
Causada por incapacidade do doente (demências e outras doenças neurológicas e motoras).

– Enurese noturna
Perdas de urina durante o sono, mais frequente em crianças.

– Gravidez
– Partos normais (vaginais com ou sem ventosas e fórceps)
– Cirurgias prostáticas
– Prolapsos genitais (da bexiga, vaginal ou anal)
– Idade avançada
– Menopausa (perda de estrogénios)
– Obesidade ou aumento de peso
– Obstipação
– Infeções urinárias de repetição e síndrome da bexiga dolorosa
– Hereditariedade (casos prévios na família)
– Doenças neurológicas (Diabetes, Esclerose múltipla, Parkinson, AVC, tumores cerebrais e lesões na coluna)
– Atividades ocupacionais de alto impacto e desporto competitivos
– Ingestão de medicamentos diuréticos e outros (para a pressão arterial, coração, gripe, constipação, assim como sedativos, antidepressivos e relaxantes musculares)
– Ingestão de álcool, cafeína, tabaco
– Ingestão excessiva de líquidos, bebidas gaseificadas, refrigerantes, frutas e sumos cítricos e adoçantes que sejam irritantes para a bexiga.
Estima-se que apenas 10% dos doentes recorrem ao médico por queixas de Incontinência urinária. Os restantes, recorrem à automedicação ou à autoproteção.
No entanto, cerca de 90% dos casos podem ser tratados e curados, sobretudo quando a incontinência urinária é abordada numa fase inicial e por profissionais de saúde com experiência na área.

A reeducação ou reabilitação dos músculos do pavimento pélvico é fundamental no tratamento da incontinência urinária de esforço, de urgência, bem como em pequenos prolapsos (grau I e II).

A sua taxa de sucesso deste tratamento conservador, quando corretamente orientado e supervisionado está descrita em algumas séries como superior a 75%.

– Alterações comportamentais e de hábitos de vida

As alterações comportamentais são fundamentais para a melhoria do controlo vesical e esfincteriano e melhoria sintomática da Incontinência Urinária.
Incluem um controlo da ingestão de líquidos e de alimentos excitantes para a bexiga (ex: cafeína); o controlo do peso e do trânsito intestinal e ainda técnicas como a micção temporizada ou por horário e a micção diferida, consoante a gravidade da doença e a autonomia do doente.

– Técnicas de reabilitação

A reabilitação do pavimento pélvico visa fortalecer e reeducar os músculos que suportam os esfíncteres uretrais e assim minimizar o risco de perdas de urina em situações de esforço.

– Fortalecimento manual

Numa primeira fase da fisioterapia a utente é ensinada a reconhecer e tomar consciência dos músculos do pavimento pélvico, por forma a contrair os mesmos, evitando a contração dos músculos abdominais, nadegueiros e coxas.
São treinados vários exercícios em diferentes posições (inicialmente em decúbito dorsal para melhor relaxamento) e com diferentes ritmos de contracção, para melhorar a contracção rápida e sustentada, para aprender a distinguir entre grupos musculares, bem como técnicas de relaxamento muscular e de antecipação de perdas.
O treino muscular melhora a força, endurance e elasticidade do pavimento pélvico.
Numa fase mais avançada são trabalhados exercícios sob posturas e actividades funcionais, por forma a integrar os exercícios nas actividades de vida diária.
A utente é depois aconselhada com protocolos de exercícios para fazer no domicílio, adaptados às suas capacidades. Estes exercícios devem ser mantidos ao longo do tempo e realizados regularmente (várias repetições e várias vezes por semana).

– Electroterapia e Biofeedback

A estimulação elétrica pode ser associada ao fortalecimento manual com o objectivo principal de activar as fibras de acção rápida, devendo o utente ser ensinado a associar a contracção muscular voluntária activa, para activar toda a rede neural.
A electroestimulação do pavimento pélvico está recomendada em pacientes que não conseguem inicialmente identificar a contracção dos músculos do pavimento pélvico ou que apresentam grande fraqueza muscular.
Tem também como objectivo inibir a contracção do músculo detrusor da bexiga, existindo evidência científica de que melhoram a sintomatologia na Incontinência Urinária de Urgência.
O biofeedback pode potenciar o efeito das técnicas anteriores (fortalecimento manual e electroestimulação) por melhorar a consciencialização da contracção do pavimento pélvico, da sua força e duração de contracção muscular.
Normalmente, utilizam-se sondas endocavitárias (via vaginal ou via anal) para a estimulação eléctrica e biofeedback na Incontinência Urinária.

– Tratamento farmacológico

Na incontinência urinária por urgência ou imperiosidade, a taxa de sucesso da medicação com fármacos antimuscarínicos é de cerca de 80%.
Também na incontinência de esforço já existe evidência de melhoria com utilização de alguns medicamentos, nomeadamente antidepressivos.

– Tratamento cirúrgico

A maioria das cirurgias utilizadas actualmente são simples e rápidas e com internamentos curtos. O tratamento cirúrgico mais utilizado na incontinência de esforço consiste na colocação de pequenas redes, de material sintético, sob a uretra. Estas são usualmente colocadas por via vaginal, com uma pequena incisão.

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A IU é uma situação patológica que resulta da incapacidade de armazenar e controlar a saída de urina, ou seja, é qualquer perda involuntária de urina.

 

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Como se manifesta e tipos de incontinência urinária
A Incontinência Urinária é caraterizada por perdas urinárias que se apresentam de forma
muito variada, desde fugas muito ligeiras e ocasionais, a perdas mais graves e regulares.

Os principais tipos de IU são a IU de esforço, a IU de urgência e a IU mista.

– Incontinência Urinária de Esforço
Deve-se principalmente à falência dos Músculos do Pavimento Pélvico e manifesta-se através
de perdas involuntárias de urina que ocorrem com o esforço, tal como tossir, espirrar, dar
gargalhadas, correr, saltar ou carregar cargas. Nestes momentos, o esforço traduz-se num
excesso de pressão sobre os tecidos que suportam a bexiga e a uretra, o suporte uretral torna-
se insuficiente, ocorrendo então a perda/fuga de urina.

Os principais fatores de risco nestes casos são a obesidade, gravidez e partos, cirurgias pélvicas
e menopausa. Nos homens acontece sobretudo após cirurgias prostáticas, por ocorrer lesão do
esfíncter urinário decorrente do tumor ou da cirurgia.

– Incontinência Urinária de Urgência ou Imperiosidade
Manifesta-se por perdas de urina associadas a uma vontade forte e urgente, que não se
consegue controlar, a tempo de chegar à casa de banho (exemplos: ao mexer em água, ao
aproximar-se da porta de casa, casos de maior ansiedade ou stress).
Isto acontece porque a bexiga sofre uma contração súbita e involuntária, que o cérebro não
consegue inibir, causando uma forte e urgente vontade de urinar. É frequentemente associado
ao envelhecimento, mas também surge em idades jovens, associado a doenças neurológicas
ou muitas vezes sem causas identificáveis (idiopática).

O quadro de urgência da incontinência urinária é uma situação muito limitante, condicionando
o dia-a- dia de quem sofre esta patologia. Há pessoas, que se mantêm sempre atentas ao local
onde há uma casa de banho e outras que, devido à aflição, traçam um roteiro dos sanitários
por onde vão passar.

– Incontinência mista
Combinação da incontinência de esforço com a incontinência de urgência.

Outros tipos menos frequentes:

– Incontinência por extravasamento ou overflow
As perdas de urina acontecem quando a bexiga suporta tão grandes volumes de urina, que a
sua pressão ultrapassa a resistência da uretra.

– Incontinência funcional
Causada por incapacidade do doente (demências e outras doenças neurológicas e motoras).

– Enurese noturna

Perdas de urina durante o sono, mais frequente em crianças.

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  • Gravidez
  • Partos normais (vaginais com ou sem ventosas e fórceps)
  • Cirurgias prostáticas
  • Prolapsos genitais (da bexiga, vaginal ou anal)
  • Idade avançada
  • Menopausa (perda de estrogénios)
  • Obesidade ou aumento de peso
  • Obstipação
  • Infeções urinárias de repetição e síndrome da bexiga dolorosa
  • Hereditariedade (casos prévios na família)
  • Doenças neurológicas (Diabetes, Esclerose múltipla, Parkinson, AVC, tumores cerebrais e lesões na coluna)
  • Atividades ocupacionais de alto impacto e desporto competitivos
  • Ingestão de medicamentos diuréticos e outros (para a pressão arterial, coração, gripe, constipação, assim como sedativos, antidepressivos e relaxantes musculares)
  • Ingestão de álcool, cafeína, tabaco
  • Ingestão excessiva de líquidos, bebidas gaseificadas, refrigerantes, frutas e sumos cítricos e adoçantes que sejam irritantes para a bexiga.

 

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Estima-se que apenas 10% dos doentes recorrem ao médico por queixas de Incontinência urinária. Os restantes, recorrem à automedicação ou à autoproteção.
No entanto, cerca de 90% dos casos podem ser tratados e curados, sobretudo quando a incontinência urinária é abordada numa fase inicial e por profissionais de saúde com experiência na área.

A reeducação ou reabilitação dos músculos do pavimento pélvico é fundamental no
tratamento da incontinência urinária de esforço, de urgência, bem como em pequenos
prolapsos (grau I e II).

A sua taxa de sucesso deste tratamento conservador, quando corretamente orientado e
supervisionado está descrita em algumas séries como superior a 75%.

– Alterações comportamentais e de hábitos de vida

As alterações comportamentais são fundamentais para a melhoria do controlo vesical e esfincteriano e melhoria sintomática da Incontinência Urinária.
Incluem um controlo da ingestão de líquidos e de alimentos excitantes para a bexiga (ex: cafeína); o controlo do peso e do trânsito intestinal e ainda técnicas como a micção temporizada ou por horário e a micção diferida, consoante a gravidade da doença e a autonomia do doente.

– Técnicas de reabilitação

A reabilitação do pavimento pélvico visa fortalecer e reeducar os músculos que suportam os esfíncteres uretrais e assim minimizar o risco de perdas de urina em situações de esforço.

– Fortalecimento manual

Numa primeira fase da fisioterapia a utente é ensinada a reconhecer e tomar consciência dos músculos do pavimento pélvico, por forma a contrair os mesmos, evitando a contração dos músculos abdominais, nadegueiros e coxas.
São treinados vários exercícios em diferentes posições (inicialmente em decúbito dorsal para melhor relaxamento) e com diferentes ritmos de contracção, para melhorar a contracção rápida e sustentada, para aprender a distinguir entre grupos musculares, bem como técnicas de relaxamento muscular e de antecipação de perdas.
O treino muscular melhora a força, endurance e elasticidade do pavimento pélvico.
Numa fase mais avançada são trabalhados exercícios sob posturas e actividades funcionais, por forma a integrar os exercícios nas actividades de vida diária.
A utente é depois aconselhada com protocolos de exercícios para fazer no domicílio, adaptados às suas capacidades. Estes exercícios devem ser mantidos ao longo do tempo e realizados regularmente (várias repetições e várias vezes por semana).

– Electroterapia e Biofeedback

A estimulação elétrica pode ser associada ao fortalecimento manual com o objectivo principal de activar as fibras de acção rápida, devendo o utente ser ensinado a associar a contracção muscular voluntária activa, para activar toda a rede neural.
A electroestimulação do pavimento pélvico está recomendada em pacientes que não conseguem inicialmente identificar a contracção dos músculos do pavimento pélvico ou que apresentam grande fraqueza muscular.
Tem também como objectivo inibir a contracção do músculo detrusor da bexiga, existindo evidência científica de que melhoram a sintomatologia na Incontinência Urinária de Urgência.
O biofeedback pode potenciar o efeito das técnicas anteriores (fortalecimento manual e electroestimulação) por melhorar a consciencialização da contracção do pavimento pélvico, da sua força e duração de contracção muscular.
Normalmente, utilizam-se sondas endocavitárias (via vaginal ou via anal) para a estimulação eléctrica e biofeedback na Incontinência Urinária.

– Tratamento farmacológico

Na incontinência urinária por urgência ou imperiosidade, a taxa de sucesso da medicação com fármacos antimuscarínicos é de cerca de 80%.
Também na incontinência de esforço já existe evidência de melhoria com utilização de alguns medicamentos, nomeadamente antidepressivos.

– Tratamento cirúrgico

A maioria das cirurgias utilizadas actualmente são simples e rápidas e com internamentos curtos. O tratamento cirúrgico mais utilizado na incontinência de esforço consiste na colocação de pequenas redes, de material sintético, sob a uretra. Estas são usualmente colocadas por via vaginal, com uma pequena incisão.

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As pessoas tendem a conviver com a Incontinência Urinária sem procurar ajuda profissional. As seguintes questões podem ajudá-la(o) a perceber se precisa consultar um especialista.*

*Questionário ICIQ-SF de A. Schröder, P. Abrams, K.-E. Andersson, W. Artibani, C.R. Chapple, M.J. Drake, C. Hampel, A. Neisius, A. Tubaro, J.W. Thüroff
*Esta informação não deve ser utilizada para autodiagnóstico mas apenas como método de rastreio. Consulte sempre o seu médico para a(o) melhor esclarecer e efetuar um diagnóstico completo.